“Siricotico ticotico no fubá ticotico pó de mico quero ver no que vai dá”

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Foi difícil pra
você, que faz rap, cantar samba?
Foi tranquilo gravar a voz, sabia? Mas, fiquei um pouco nervoso. Me deu uma rouquidão, cara, que eu nunca tive na minha vida. Nunca fiquei rouco três dias seguidos.

Insegurança, talvez?
Acho que foi um nervosismo, mesmo, Gravei quatro dias num dia e fiquei tão nervoso, que no outro dia não consegui gravar nenhuma.

Ficou de fora algum clássico do Bezerra?
Porra, cara, o Bezerra tem clássico pra caralho! [risos]. Tem neguinho que falou: “Porras, tu não colocou ‘Zé Fofinho de Ogun?’ Tem um que ele diz [canta] “Se quiser cafungar ou dá dois vai na sacristia com o sacristão”, essa também não gravei. Vou te falar, eu fugi um pouco das músicas de pó. Não queria cantar “Cocada Boa”.

Por quê?
Tou meio de saco cheio de pó. Não sou contra ninguém, nem contra nada. Se quiser cheirar aí, pode cheirar tá ligado? Não vou falar que eu parei totalmente, que nunca mais. Mas é que agora eu não gosto mais dessa balada. Aí falei: “Aaaah, não vou gravar essa, não.” Pó antes era uma parada mais yuppie, festa de rico, depois era mais normal e hoje tem pó de 5 [reais], porra! Era uma coisa mais escondida, tá ligado? Hoje é todo mundo no banheiro. Mas aí o Leandro Sapucahy [cantor, campositor e produtor do disco] encheu o saco pra gravar “Cocada Boa”. Gravei a voz meio na má vontade. Quando a gente acabou, o Leandro falou: “Beleza, essa daqui tá boa. Agora, faz com vontade que ela entra no disco” [risos]

Como conheceu o Bezerra da Silva?
Ia rolar um show no Canecão e o Planet pensou em convidar o Bezerra da Silva, tipo um ‘special guest’? Bora! Ligamos pra ele. que disse: “Já ouvi falar, vocês são aqueles maconheireos que aparecem na TV com aquele cabelão!” [risos] “Somos nós mesmos” Qual que é a parada?. Falamos: “Então, a gente queria que o senhor participasse de um show nosso…” E ele: “Primeiro, senhor é o caralho! Senhor tá no céu. Quanto é que tem de dinheiro? Tem dinheiro?” Falei: Ah, a gente tava pensando que seria de graça. , mas se quiser cobrar…” Não, então eu vou lá e vocês ficam me devendo essa”, ele disse. Aí o cara foi no show, meu irmão, a gente ensaiou três músicas pra cantar com ele. A gente sabia que ia tocar duas e, se ficasse bom pra caralho tocava mais uma. Aí tocamos umas cinco, seis, tá ligado? E ele não saia do palco, a molecada tava meio assim já, queriam ver a porrada comer [risos], querendo ver rock e ele lá no palco. Foi demais! Aí logo na sequência, acho que em 96, eu e ele ficamos bem próximos.

O Bezerra da Silva não era muito doido?
Não era, cara. Eu nunca fumei bagulho com o Bezerra. Ele tinha uma parada comigo, principalmente depois que meu pai morreu, em 98. ele me ligou pra falar do meu pai, pra falar que pra qualquer parada tava lá, que se eu precisasse tomar uma cerveja, se quisesse conversar. Ele me tratava muito como filho também. Em 98, quando eu comecei a turnê do Eu Tiro é Onda, a gente foi fazer uma homenagem ao Chico Science, eu liguei pra ele e pedi um pandeirista, tá ligado? Aí ele mandou o Tuca, filho dele. Na hora eu e o Tuca colamos, ficamos parceiraços, os dois porra-loucas pra caralho. Andamos o ano inteiro juntos, passei a frequentar a casa dele.

Em 2010, o Usuário completou 15 anos, é possível uma reunião da banda?
Às vezes sinto saudade daquela época, saudade dos caras mesmo, de tá com os caras ali, tomar cerveja, bater papo. mas, a gente nunca conversou sobre uma reunisão do Planet Hemp.

Tem algum empecilho pessoal? Alguma rusga?
Não, cara. Eu briguei com o Bernardo, Bnegão, ficamos dois anos sem se falar, mas voltamos a nos falar. Tem esse disco de sambas do Bezerra, ano que vem vou morar em Los Angels. Sei lá…pensando agora, neste momento acho impossível. Tem algumas coisas sobre a volta do Planet Hemp que eu queria falar. Primeiro: nós não somos mais aqueles moleques. Se fosse um show ou uns shows pra gente se reunir de novo, pra galera tomar uma cerveja e ver a gente tocando de novo, eu acharia interessante. Mas, pô, cara, eu tenho um receio tão grande disso..

Por quê?
Por que o Planet foi uma parada daquela época, das pessoas que a gente era. Um disco de maconha lançado menos de dez anos depois que a ditadura tinha acabado? Foda, cara, é uma parada muito importante pra vocês ficar, saber qual é? Remexendo.  Sei lá, tenho medo de mexer, tá ligado? E ficar parecendo aquelas bandas que voltam com os caras velhinhos e os fãs vão lá e falam: ” Puta, que merda! Era tão legal antes.” Melhor que fiquem só com aquela imagem, que, porra era tão legal antigamente. Mesmo os caras que dizem que “Marcelo D2 era legal quando era do Planet Hemp.” Prefiro que fiquem pensando assim do que voltar pro Planet Hemp pra agradar esse tipo de gente. E outra coisa, o Planet Hemp dava muito problema, cara. Voltar pra tudo isso, cara? [risos]. A coisa da Justiça. Imagina a Justiça batendo na minha porta de novo? Processos e processos. E só eu que assinei os processos. Foram 18 processos. O Planet era meu, é meu né cara? O bagulho é meu e eu registrei tudo.”

Morar na Califórnia é um sonho seu?
É um sonho meu de moleque. Mas agora esse sonho é mais por eles do que por mim, tá ligado? Porque pra mim é a maior conveniência morar no Leblon, vista pro mar, maior apartamento legal. Em Los Angeles não vai ser essa vida de Leblon, sabe qual é? Vamos ter que morar no subúrbio. No Leblon eu desço de chinelo, tô em casa. Mas, porra, cara, eu e a [minha esposa] Camila temos uma parada muito parecida, a gente é muito nômade, sabe?

Já sabe onde você vai morar em Los Angeles?
Cara, lá fora o estudo é muito caro, mas tem boas escolas públicas, né? E uma escola muito boa é a de Silver Lake, tem aula de música, de teatro, o Flea [baixista do Red Hot Chili Peppers] dá aula lá de música, alguns outros músicos também. E, pô, é do lado da casa do Mario Caldato, do B-Plus, do Madlib, todos os meus amigos dali, sacou? Então quero ficar perto dos caras. E se a gente morar no bairro pode matricular as crianças na escola do bairro.

E você vai fazer o quê lá?
Eu tava querendo abrir uma paradinha lá só pra ter alguma coisa pra fazer. Um bar, um café, uma parada assim. O [DJ] Nuts que botou uma pilha e falou: “A gente leva disco daqui pra lá, faz uma galeriazinha, um barzinho, loja de disco…” Vou acabar vendendo algo brasileiro, né, cara, senão vou vender o que pra eles lá? [risos]

Seu inglês é perfeito? Dá para rimar em inglês?
Cara, eu me viro. Mas rimar em inglês, pelo amor de Deus! Ia ficar tosco pra caralho! Tem que dominar muito a língua. A ideia é a gente ir em fevereiro e, como as aulas começam só em julho, todo mundo estudar inglês nesse tempo. Tem que aprender a falar inglês bem, né, cara? É importante pra caralho. Vou te falar que eu sinto maior falta. Acabei de voltar da Suíça e meu inglês é muito tosco, tá ligado? Pra dar uma entrevista que nem eu tô falando com você assim fica uma merda. Aí o que acaba acontecendo? Tu acaba encurtando a resposta, né? [risos] Não fala o que você tá pensando, fala o que consegue falar e porra, aí é foda.

Foi trabalhar na Europa?
Fui tocar, cara. Foi a quarta vez que fui esse ano pra Europa – Suíça e França. Agora a gente vai de novo esse mês que vem [agosto], são quatro shows na Inglaterra e um em Paris. Em setembro vamos mais uma vez. Tá legal lá na Europa pra gente, cara. Tocamos num festival de rap que teve Eminem e Jay-Z como headliners, mas Nas e Damian Marley foi o melhor show. Caralho, aí, foi foda! Cheguei um dia antes pra ver esse show dos dois juntos. Era a banda do Damian Marley e o Nas participando porque eles lançaram um disco juntos. O Nas tava só se divertindo, animadão, sorriso na cara, toda hora falando que era fã do Damian Marley. Showzaço, cara. Tinha um maluco… rasta. Sabe aquele cara que vem falar uma parada no começo do [filme jamaicano] Rockers, um rasta com um cajado? Era tipo um cara assim, mas com um jogging Puma da Jamaica, o show inteiro, sem sacanagem, uma hora e dez e o cara pulando no palco, dançando com a bandeira da Jamaica [risos].

E o Jay-Z, você viu?
Jay-Z foi animal. O Eminem é que foi meio chato, cara. Mas sabe o que foi foda? Dizzee Rascal. O show dele funciona muito pra festival. Eu já tinha visto ele, cara, em Londres, num clubezinho pra quinhentas pessoas. Foi legal, mas no festival, cara, foi foda. O DJ do cara não tinha um braço! Tocava só com um braço e botava a boca no mixer. Tocava pra caralho! Era inacreditável. Tocava muito, muito! DJ foda! E era só ele, o DJ e um cara. Maior showzaço, a porrada comeu legal.

Você imaginava sucesso, shows na Europa, e tudo mais, quando fazia um som com o Planet Hemp numa garagem qualquer?
Cara, tocar em São Paulo era o máximo pra gente! [risos]. Se viesse pra São Paulo já seria foda, sabe qual é? Eu pensava: “Porra, vou tocar em São Paulo! Que maneiro, cara!” Já tava bom pra caramba. Agora, cara, já toquei em vinte e quatro países.

Viajar tanto não enche o saco depois de certo tempo?
Até 2008, a gente passava 40, 50 dias na Europa. Aí, ano passado eu falei que não queria mais fazer isso. Só ia pra Europa de novo se fosse pra passar uma semana, dez dias, no máximo, e aí volta, passa 15 dias aqui, depois volta pra Europa de novo. Não aguento mais passar 60 dias na Europa, longe da família, andando de ônibus pra lá e pra cá. Porra, é chato, tá ligado? Aí tu vai pra Londres, porra, fica aquela obrigação de ter que ir pra rua, pra passear – “Porra, tô aqui em Londres. Não vou ficar no hotel. Tem que dar um rolê!”. Chato pra caralho, entendeu? Cansativo pra caralho, caro pra caralho.

Você fez alguma preparação para cantar samba? Alguma aula de canto?
Eu tentei, cara. Vou te falar que eu fui uma única vez no professor de canto, mas não teve jeito. Achei muito chato [risos]. Falei: “Ah, meu irmão!, não vai rolar não! Deixa essa porra assim mesmo”. [risos] Foi engraçado porque todo mundo falou: “Faz uma preparação pra tua voz, cara”. E eu queria fazer o disco de uma maneira diferente, estou acostumado a chegar no estúdio sem letra, sabe? Pensei: “Esse disco vou tratar de uma outra maneira, mais profissional, vou fazer uma preparação”. Aí marquei uma hora com o cara, fui lá, e o cara: “Pô, vai no otorrino pra ver se a sua garganta não tem alguma inflamação, alguma coisa, e aí a gente já começa a trabalhar”. E fizemos uma aulinha ali mesmo. Mas, porra, achei chato pra caralho! Fui no médico e ele falou: “Não, tua garganta tá ótima!”. Falei: “Ah, quer saber? Então não precisa de porra nenhuma!”.

E aí rolou tranquilamente?
Cara, assim, os sambas que eu conhecia e sabia de cor sem precisar ficar lendo foram moles, né? Matava uma voz em meia-hora. Mas teve outras que foram mais difíceis. As músicas que têm letra muito grande demorei mais para gravar a voz. Porra, e aí tu começa a ficar irritado, não sabe se tá bom ou se tá ruim. Mas no geral, foi tranquilão, cara. O Leandro canta também, então me ajudou pra caralho, sabe qual é? “Vai aqui, essa nota tá errada, pá, vamo consertar essa nota só, tá bom”, entendeu? A gente escolheu pro disco basicamente as que eu gostei mais da minha voz. As que eu fiquei mais à vontade e tal.

Tem uma história sobre o Bezerra da Silva que conta que ele foi buscar o filho na boca. É verdade?
Tem essa parada aí, mas sei lá. O Tuca tava meio afastado dele porque tinha se envolvido com a bandidagem e o Bezerra tava puto. Aí contam que ele foi buscar o filho na boca. É uma história, que, sei lá, eu soube também. Ele foi lá, pegou o Tuca e falou: “Larga essa porra desse fuzil aí e vamos embora!”. E os cara: “Qual é, Bezerra!”. E ele: “Qual é o caralho, porra! É meu filho!”. Ele era muito respeitado em tudo quanto é favela, né. Era o embaixador das favelas. Ele botava muito a mão no meu ombro na hora de falar. Gostava de falar baixinho comigo, chegava assim e falava calmo.

Ao mesmo tempo em que ele é uma das grandes figuras da nossa música, ele nunca teve o reconhecimento que mereceu em vida. Por quê?
Sei lá, cara, o Brasil é foda nisso aí. O Bezerra teve que tocar até o fim da vida. Ele morreu com 77 anos, mas, porra, parecia que tinha uns 80 e poucos, tá ligado? Ele falava: “Tenho 75 anos de favela mesmo. E não 75 anos de asfalto, zona sul”. Ele tinha de fazer uns shows por cachê baixo, não se valorizava muito, sabe qual é? Ele tinha uma mentalidade daqueles músicos mais antigos, de que a gravadora tinha que fazer tudo. Na minha geração a gente já tava aprendendo a não esperar a gravadora fazer tudo, hoje em dia, então, molecada nem sabe o que é gravadora.

Mas você não conversava com ele, não aconselhava, já que é um cara com uma visão, digamos, mais moderna do negócio da música no Brasil?
Eu tinha um pouco de… Era assim com meu pai também. Não sei se a palavra é vergonha, cara. Mas quem sou eu pra dizer o que o Bezerra da Silva deveria ou não fazer, cara? Eu tinha a minha visão, ele a dele. Era uma questão de respeito, você não pode chegar pra um cara como ele dizendo o que você acha que ele tem de fazer. Mas uma vez eu falei: “Pô, Bezerra, para de regravar coisa, cara. Faz um disco só de inéditas”. Porque ele ficou anos regravando. Pega “Malandragem Dá um Tempo”: tem umas sete ou oito gravações, tá ligado? Então ele tem disco pra caralho, mas repetia muitas músicas. E ele: “Não, vou fazer esse aqui, ó, para reviver as músicas e tal”. O cara naquela idade também, né, cara, não tem mais pique de botar música nova e ir pra rua defender a música, sacou? Ir na rádio, ir no Faustão, não sei aonde, “olha minha música nova”. É foda. E no final ele tava um pouco impaciente com as pessoas. Acho que é aquela coisa também de que todo mundo chegava nele e: “Fala, Bezerra da Silva! Uhu! Vamos dar um teco aê!”. O cara com 75 anos, de saco cheio, já tinha virado crente. No enterro, alguém falou: “Malandro foi o Bezerra, que no fim da vida se converteu e pronto” [risos].

Como você recebeu a notícia da morte dele?
Eu tava em turnê, cara. Cheguei no Rio e fui lá no hospital, mas ele tava dormindo – e já tava bem mal. Saí de lá já sabendo que ele não ia durar muito. Lembro que eu cheguei de viagem, virado, tipo sete da manhã, e a Camila falou: “Deixaram um recado nessa madrugada, o Bezerra morreu”. Foi foda. Tomei um banho e fui pro velório. Não sei lidar muito bem com morte não, sabe? Sempre parece que é uma coisa mais egoísta nossa, tá ligado? Porra, sempre aquela coisa: “Podia ter feito aquela música com ele; por que aquele dia eu não liguei pra ele?; puta merda, devia ter falado não sei o quê pra ele”, sabe qual é? Aí, a Regina, mulher dele, falou: “Ele deixou umas coisa lá pra você. Pediu pra te dar o bongozinho dele e o chapéu”.

Você compara de alguma maneira a perda do seu pai com perda do Bezerra da Silva?
Meu pai é meu pai, né, cara. É bem diferente. A morte do Bezerra eu comparo com a morte do Skunk [com quem D2 fundou o Planet Hemp], sacou? Foram duas perdas muito grandes de dois grandes parceiros na música. Perdi aquela coisa de muita troca, sabe? De conversar, de às vezes nem falar nada, mas estar perto ouvindo. O Bezerra falava muita coisa pra mim, cara. Ele foi muito culpado nessa parada de eu me aprofundar mais no samba. Perdi um amigo de verdade, um parceiraço. Ele era aquele tipo de cara que eu tinha uma dúvida na música e ligava: “Bezerra, olha isso aqui que eu escrevi: ‘Essa onda que tu tira qual é? / Essa marra que tu tem qual é? / Tira onda com ninguém, qual é?’. Tô pensando em fazer o seguinte: ‘Tira onda com ninguém, qual é? / Qual é, neguinho? / Qual é?’. O que tu acha?” E ele: “Vai em ‘Qual é, neguinho? / Qual é?’. Todo mundo fala isso. Isso aí tá na cabeça do povo. Vai nessa”. Isso aconteceu mesmo.

Quando falam de rap nacional quase nunca citam seu nome. Você se sente excluído?
Neguinho me exclui muito, né, cara? Principalmente a imprensa de São Paulo. Falam: “O rap nacional – MV Bill, Racionais MCs…” Só que, cara, me desculpa, mas, porra, eu toquei em 24 países, tá ligado? Vendi mais disco e fiz mais show e eu faço rap também. Sou bem recebido pra caramba em São Paulo, meu maior público é em São Paulo. Apesar de alguns não gostarem, tem que me engolir, né cara? Tô há 17 anos nessa porra! É aquela coisa: pra ser rap tem que usar calça larga, ter cabelo de rapper, tem uma cartilha, tá ligado?, que se rege assim. Isso prejudica o rap pra caralho, tá ligado? As pessoas adoram e vai todo mundo ver o show do 50 Cent. Mas vê se neguinho vai no show do Emicida. Eu vou te falar, prefiro o Emicida que o 50 Cent. Alguém tinha esperança de que ia ser bom o show do 50 Cent? Lógico que ia ser uma merda.

Baixe GRÁTIS http://fb.me/BHd7cMsD 3 músicas que não entraram no CD Marcelo D2 canta Bezerra da Silva. Nas lojas em setembro!

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Filed under Bezerra da Silva, Chico Science, Entrevistas, Família, Los Angeles, Maconha, Malandragem, Samba

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